MONITORAMENTO DE FAIXA DE SERVIDÃO

A vegetação que invade sua faixa de segurança, vista antes da próxima vistoria.

Servita monitora continuamente o corredor de servidão e dispara alerta geolocalizado quando a vegetação ultrapassa a distância de segurança.

Complementa a vistoria periódica oficial — não a substitui.

LT 138 kV · VÃO 042–047 · CORREDOR 30 mCICLO 12/08
3 pontos acima do limiar Corredor dentro do limite
O PROBLEMA

O risco cresce no intervalo entre uma vistoria e outra.

A vistoria periódica — de helicóptero ou a pé — registra a condição do corredor no dia em que acontece. Entre um ciclo e o seguinte, a vegetação continua crescendo dentro da faixa de servidão sem que ninguém veja.

Quando a distância mínima ao cabo ou ao duto é ultrapassada nesse intervalo, a ocorrência só aparece no relatório do ciclo seguinte — ou no desligamento.

Ciclo de vistoria oficialexemplo: ciclo semestral
VistoriaVistoria

Intervalo sem observação — o risco cresce aqui

A SOLUÇÃO

Corredor fixo, medido periodicamente, comparado ao limiar de segurança.

Servita define o corredor da faixa de servidão e mede altura e densidade de vegetação dentro dele a cada passagem, comparando o resultado com a distância mínima de segurança calibrada para a sua linha ou duto.

Quando um trecho ultrapassa o limiar, o alerta sai com a coordenada exata — não com um relatório genérico da linha inteira.

Altura de vegetação por trecho do corredor (m)Limiar de segurança 6,0 m
2,1
T1
2,8
T2
3,4
T3
4,0
T4
5,2
T5
6,8
T6
7,4
T7
6,2
T8
4,4
T9
3,1
T10
2,6
T11
3,8
T12
6,9
T13
5,0
T14
COMO FUNCIONA

Três passos, do corredor definido ao alerta na coordenada.

01

Defina o corredor

Traçamos o buffer geoespacial fixo da faixa de servidão da linha ou do duto, com a largura oficial do seu ativo.

02

Servita mede o corredor

A cada passagem de satélite, altura e densidade de vegetação são classificadas dentro do buffer e comparadas ao limiar calibrado.

03

Você recebe o alerta

Quando um trecho ultrapassa a distância de segurança, o alerta sai com coordenada geolocalizada e o histórico daquele ponto.

BENEFÍCIOS

O que muda na operação da faixa.

Detecção entre vistorias, não só nelas

O corredor deixa de ficar sem observação no intervalo entre um ciclo oficial e o seguinte.

Alerta geolocalizado, direto ao ponto

A equipe vai à coordenada exata do trecho crítico, sem varrer o vão inteiro para achar o problema.

Menos risco de acidente por vegetação

Ocorrências que hoje só aparecem no relatório seguinte passam a ser tratadas antes do contato.

Complementa a vistoria oficial

Nenhuma obrigação regulatória é substituída — o ciclo periódico continua, agora com o intervalo coberto.

PILOTO EM CAMPO

Um trecho crítico encontrado 11 semanas antes do ciclo seguinte.

“O alerta chegou com a coordenada do vão. A turma foi direto ao ponto e podou no mesmo dia. Antes, aquele trecho só apareceria na vistoria de novembro — se aparecesse.”
Coordenador de Manutenção de LinhasTransmissora do Sudeste · piloto de 148 km monitorados
Miniestudo de caso · 6 meses de piloto
148 km
de faixa de servidão sob monitoramento contínuo
37
trechos acima do limiar detectados entre vistorias
11 semanas
de antecipação média em relação ao ciclo oficial
0
desligamentos por vegetação no trecho piloto no período

Resultados do piloto conduzido com uma transmissora parceira; números variam conforme classe de tensão, relevo e regime de chuvas.

Objeção frequente

“Já fazemos vistoria periódica. Isso não é redundante?”

Não. A vistoria periódica continua necessária e nada nela muda. Servita cobre o intervalo entre uma vistoria e outra — justamente onde o crescimento de vegetação acontece sem ninguém ver. O que chega até a equipe é o trecho que ultrapassou o limiar antes do próximo ciclo, com coordenada.

Calibração do limiar de altura e distância sem custo no onboarding, específica para a sua linha ou duto.

Monitore o corredor inteiro entre uma vistoria e outra, não só nelas.

Agende uma demonstração técnica com o time de operação e veja o corredor da sua linha no mapa.